Frio Compensador

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Nesta estação em que estamos vivendo, o frio tem sido um amigo indesejado do nosso dia-a-dia.
Acostumados com um sol escaldante, a temperatura baixa acaba mexendo principalmente com o nosso humor.
Por outro lado, não podemos perder a oportunidade de fazer algo superior e capaz de esquentar não somente nosso dia como nosso coração.
Enquanto estamos às vezes contrariados com o frio excessivo, mas AGASALHADOS, muitas pessoas se encontram com um frio ainda maior, por falta de calor humano. ....................................................
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A fábula continua atual...

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Políticos cantam. Enquanto o povo trabalha!

O valor da palavra

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QUANTO VALE NOSSA FALA?


Se for sincera vale muito. Mas se for mentirosa, nem o valor da etiqueta!

O melhor da Copa é provocar os Argentinos, olha o que o Oscar Filho aprontou

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O clima da Copa Toma conta de todos

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Comida di Buteco vai eleger o melhor prato ente 20 bares de Ribeirão

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O festival “Comida di Buteco”, que começou no dia 11, segue, até o dia 27 de junho, avaliando os bares de Ribeirão, para eleger o melhor prato, entre 20 concorrentes na cidade. Cada um inscreve a sua especialidade, que já esteja no cardápio, para concorrer.
Serão 17 dias de concurso, onde 20 especialistas em gastronomia e profissionais influentes na cidade, além dos consumidores, que visitam e degustam os pratos concorrentes. As avaliações são feitas em uma cédula, onde preenchem quesitos como sabor do petisco, temperatura da bebida servida, qualidade no atendimento e higiene do local.
Uma vez por semana, os organizadores recolhem as cédulas, que serão levadas para Belo Horizonte, onde será feita a apuração. A votação do júri vale 50% da nota o restante fica para a avaliação do público.
Participam, em Ribeirão, os bares: 5ª Skina, Bar do Alvino, Bar do Chorinho, Bar do Zé e da Sandra, Bar Norte e Sul, Baralto, Bikinho do Chico, Café Bali Hai, Cantina Toninho Carlão, Carneiro e Cia, Empório Brasília, Empório Multi Mix, Lanchonete Primavera, Menino da Tábua, Mercaria São José, Nosso Buteco, O Buteco, Pastelaria Rios, Trem Caipira e Ypê Bar.
Este é o maior concurso de gastronomia do Brasil e visa selecionar o melhor petisco de boteco, através da avaliação de uma comissão especializada e do próprio público consumidor. Assim garantem o incentivo aos estabelecimentos familiares e contribuem com a qualidade do que é servido na cidade
Esta é a 11ª edição do evento, que acontece também em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goiânia, Salvador e São José do Rio Preto. Em Ribeirão Preto ele acontece pela primeira vez.

Prédios Históricos de Ribeirão vivem situação de abandono

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Ribeirão Preto possui 35 imóveis tombados, muitos em poder da propriedade privada, que não pode promover reformas sem autorização do Conppac (Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural). O órgão fará um levantamento para identificar os que são realmente conservados.
Alguns destes prédios já exibem situação crítica há muitos anos, como é o caso do Casarão Albino de Camargo (na rua visconde de Inhaúma), a antiga Algodoeira Matarazzo e a casa da Caramuru, que apresentam vastas rachaduras e problemas com usuários de drogas que se aproveitam do abandono e da falta de segurança dos imóveis.
Por outro lado existem também os que foram bem aproveitados como o Theatro Pedro II, que foi restaurado e é cartão postal da cidade, e a biblioteca Altino Arantes. O edifício Diederichsen, onde funcionou a choperia Pinguim, durante muitos anos, também está apresentando rachaduras e preocupa.
Esses locais são tombados para preservação da história, já que são estruturas construídas na era dos grandes cafezais, tempos que marcaram Ribeirão como grande produtor do grão. Neles não se pode alterar qualquer estrutura, fachada ou detalhe que guarde algum indício histórico.
Os proprietários, normalmente herdeiros destes imóveis, ficam sem poder fazer muito pelo prédio e aguardam soluções da prefeitura para restauro. A presidente do Conppac, Cláudia Morrone acredita que falta visão destes donos, pois uma visitação poderia gerar lucros para eles.
A secretária da Cultura, Adriana Silva, em entrevista ao Jornal A Cidade de Ribeirão, defendeu a necessidade de um diálogo mais claro com essas pessoas sobre a responsabilidade delas para com os patrimônios e não deixar que o tombamento pareça uma imposição e um prejuízo a eles.