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O melhor da Copa é provocar os Argentinos, olha o que o Oscar Filho aprontou

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O clima da Copa Toma conta de todos

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Comida di Buteco vai eleger o melhor prato ente 20 bares de Ribeirão

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O festival “Comida di Buteco”, que começou no dia 11, segue, até o dia 27 de junho, avaliando os bares de Ribeirão, para eleger o melhor prato, entre 20 concorrentes na cidade. Cada um inscreve a sua especialidade, que já esteja no cardápio, para concorrer.
Serão 17 dias de concurso, onde 20 especialistas em gastronomia e profissionais influentes na cidade, além dos consumidores, que visitam e degustam os pratos concorrentes. As avaliações são feitas em uma cédula, onde preenchem quesitos como sabor do petisco, temperatura da bebida servida, qualidade no atendimento e higiene do local.
Uma vez por semana, os organizadores recolhem as cédulas, que serão levadas para Belo Horizonte, onde será feita a apuração. A votação do júri vale 50% da nota o restante fica para a avaliação do público.
Participam, em Ribeirão, os bares: 5ª Skina, Bar do Alvino, Bar do Chorinho, Bar do Zé e da Sandra, Bar Norte e Sul, Baralto, Bikinho do Chico, Café Bali Hai, Cantina Toninho Carlão, Carneiro e Cia, Empório Brasília, Empório Multi Mix, Lanchonete Primavera, Menino da Tábua, Mercaria São José, Nosso Buteco, O Buteco, Pastelaria Rios, Trem Caipira e Ypê Bar.
Este é o maior concurso de gastronomia do Brasil e visa selecionar o melhor petisco de boteco, através da avaliação de uma comissão especializada e do próprio público consumidor. Assim garantem o incentivo aos estabelecimentos familiares e contribuem com a qualidade do que é servido na cidade
Esta é a 11ª edição do evento, que acontece também em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goiânia, Salvador e São José do Rio Preto. Em Ribeirão Preto ele acontece pela primeira vez.

Prédios Históricos de Ribeirão vivem situação de abandono

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Ribeirão Preto possui 35 imóveis tombados, muitos em poder da propriedade privada, que não pode promover reformas sem autorização do Conppac (Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural). O órgão fará um levantamento para identificar os que são realmente conservados.
Alguns destes prédios já exibem situação crítica há muitos anos, como é o caso do Casarão Albino de Camargo (na rua visconde de Inhaúma), a antiga Algodoeira Matarazzo e a casa da Caramuru, que apresentam vastas rachaduras e problemas com usuários de drogas que se aproveitam do abandono e da falta de segurança dos imóveis.
Por outro lado existem também os que foram bem aproveitados como o Theatro Pedro II, que foi restaurado e é cartão postal da cidade, e a biblioteca Altino Arantes. O edifício Diederichsen, onde funcionou a choperia Pinguim, durante muitos anos, também está apresentando rachaduras e preocupa.
Esses locais são tombados para preservação da história, já que são estruturas construídas na era dos grandes cafezais, tempos que marcaram Ribeirão como grande produtor do grão. Neles não se pode alterar qualquer estrutura, fachada ou detalhe que guarde algum indício histórico.
Os proprietários, normalmente herdeiros destes imóveis, ficam sem poder fazer muito pelo prédio e aguardam soluções da prefeitura para restauro. A presidente do Conppac, Cláudia Morrone acredita que falta visão destes donos, pois uma visitação poderia gerar lucros para eles.
A secretária da Cultura, Adriana Silva, em entrevista ao Jornal A Cidade de Ribeirão, defendeu a necessidade de um diálogo mais claro com essas pessoas sobre a responsabilidade delas para com os patrimônios e não deixar que o tombamento pareça uma imposição e um prejuízo a eles.

cuidado com anestesias

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Filme é lançado no dia do centenário de Chico Xavier
A produção do longa escolheu o dia 2 de abril, quando o médium faria 100 anos


O filme sobre Chico Xavier foi lançado, na última sexta feira, em todo o Brasil. O dia foi escolhido por se tratar da data em que o maior médium de todos os tempos completaria 100 anos de idade. O Roteiro é de Bernstein, baseado na obra de Marcel Souto Maior “As Vidas de Chico Xavier”
O longa foi produzido por Daniel Filho, após uma exaustiva pesquisa e um encontro que teve com o mestre. Ele afirma, em entrevista ao Estadão, que se preparou mais do que em qualquer outro filme e que fez apenas um recorte, pois a vida toda de Chico não caberia em apenas um filme.
O elenco apresenta feras da dramaturgia brasileira como, Tony Ramos, Christiane Torloni, Giovana Antonelli, Antônio Ângelo, Giulia Gam, Letícia Sabatella, Cássio Gabus Mendes, Pedro Paulo Rangel, Cássia Kiss e muitos outros.
A história é contada desde a juventude, quando começou com a mediunidade e, para isso, três atores diferentes fazem o papel do médium durante o filme. Além de Antônio Ângelo, Nelson Xavier e Matheus Costa também o representam. Mais que o trabalho social e espiritual, o filme mostra o homem.
Francisco Cândido Xavier ou simplesmente Chico Xavier, foi autor de mais de 400 livros psicografados. Multidões buscavam o mestre atrás de consolo por perdas de entes queridos, que se manifestavam espiritualmente em suas sessões, enviando mensagens que eram recebidas e transmitidas através de seu dom mediúnico.
Os mais fervorosos o comparavam a um santo e até hoje fazem pedidos à beira de seu túmulo, os mais descrentes, viam nesse homem, no mínimo, uma figura intrigante. A verdade é que, apesar de toda a devoção que lhe era conferida e de ser procurado por tanta gente, ele jamais cobrou ou ficou com um centavo das vendas de seus livros, tudo era doado para obras sociais. A simplicidade em que vivia era visível.
Já foi considerado uma fraude, foi colocado em dúvida, mas nada disso o abalava, seguia com seus atos de caridade e psicografias em Uberaba, terra onde escolheu para se instalar e que transformou na capital do espiritismo. Depois dele, centenas de centros espíritas apareceram e milhares de pessoas viajavam para a pequena cidade de Minas Gerais, procurando um encontro com ele.
Quem se encontrou com o mestre afirma que é impossível desconfiar de suas mensagens, até mesmo os que não acreditavam saiam de lá crentes no que ouviam e presenciavam. Definitivamente não era santo, mas acumulou verdadeiros seguidores durante seus 92 anos de idade em vida terrena.

Confira o Trailler

http://www.chicoxavierofilme.com.br/trailer.html


O Jornalismo sofre uma grande perda

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Quando pensamos em ser jornalistas, é muito comum o sentimento de fazer justiça, denúncia, contribuir com a sociedade, levar informações relevantes e prestar serviço à população, de modo geral. Mas nem sempre pôde ser assim, houve um momento em que o noticiário só era exibido ou distribuído após prévia autorização.
A ditadura impôs sobre o jornalismo brasileiro uma dura pena, a censura. Qualquer um que ousasse contar algum fato contrário ao militares era exilado, perseguido e até morto, mas grandes nomes fizeram parte de uma revolução na arte de informar e, mesmo durante aquele período, conseguiu provocar o sentimento de mudança nas pessoas.
Se hoje podemos contar com uma liberdade, quase que irrestrita nesta profissão, devemos muito àqueles pensadores que viveram as trevas da notícia. Entre eles está o senhor do telejornalismo moderno, criador do maior telejornal do Brasil e um poeta do esporte.
Se Pelé era o gênio da bola, Armando Nogueira era o das palavras. Se era bonito ver Zico jogar, era mais ainda ouvir os versos dedicados a cada jogada, a cada lance executado pelos craques do Brasil. O esporte, o telejornalismo e a população brasileira estão de luto e será impossível não lembrá-lo sempre que assistirmos a uma transmissão esportiva. Descanse em paz, professor!

A Corrida do Ouro

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O termo nunca foi mais apropriado. Nem na época do ouro em Minas. É o ouro que condiciona a corrida. Vou explicar. O Brasil agora é o dono do ouro, ouro negro. A descoberta do petróleo na camada pré-sal, fez o o país disparar entre os maiores detentores do poderoso óleo. O problema maior agora é atender à ganância de todos os estados, cada um acha que merece uma fatia maior que o outro. O Rio de Janeiro, simplesmente acha que merece tudo, sob a condição de não realizar as Olimpíadas e a Copa do Mundo.
Ora, a riqueza que pode nos ajudar a diminuir as igualdades que tanto marcam a sociedade brasileira, deveria então ser usada para concentrar tudo em apenas uma unidade federativa.
O nome dessas fatias é complicado, royalties, mas a pirraça e a chantagem feita pelo Rio é muito simples de resumir em apenas uma palavra, muito conhecida, EGOÍSMO.